quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

RECEBI FLORES...


É possível, sim, encarar uma segunda-feira ensolarada com um belo sorriso nos lábios e a maior disposição do mundo para desempenhar todas as tarefas profissionais. O segredo? Gostar, de verdade, do que você faz. Pois é, o trabalho também é uma oportunidade de realização na vida. Quando a gente faz o que gosta, não existe peso - há somente a vontade de se aprimorar e acertar. 
Aliás, quando a mente está aberta e em harmonia, o espírito se torna genial e ganha mais inteligência e leveza. Assim, realizamos o nosso trabalho com muito mais eficiência. Aquilo que geralmente leva mais tempo passa a ser realizado com rapidez e competência excepcionais, com menos desperdício de força e muito mais prazer. 

O inimigo do "trabalho com o espírito" é essa praga de que tudo deve ser feito com seriedade, medos, preocupações - e o pior: por obrigação. "Você tem de fazer isso ou aquilo." Resultado: surge aquele desconforto que todo ser humano conhece e recebe o nome de preguiça. Seu corpo fica pesado e você passa a atrair apenas sensações ruins. Isso não é saudável!

Automaticamente, você se deixa também contagiar pelo maldito orgulho: "Eu tenho de ser maravilhosa, tenho de ser perfeita, tenho de realizar esse trabalho, tenho de conquistar um cargo melhor...". Ou seja: você cria um modelo que, na verdade, nem é o que o seu espírito quer. 


Já parou para pensar que aquilo que é grandioso para o seu espírito pode ser algo totalmente diferente do que você está procurando neste instante? O grande momento pode não ter sido aquele em que você ganhou mais dinheiro ou foi aplaudida pelos amigos. Talvez tenha sido aquele em que você sentiu o maior prazer do mundo em desempenhar a sua função - um projeto seu que foi bem-sucedido, por exemplo. 

Não tem jeito: precisamos sempre alimentar aquilo que nos dá prazer. O prazer da alma nutre nossa vida e a satisfaz de maneira contínua e duradoura. O trabalho precisa ser assim. Mesmo fora do expediente, você se lembrará dele com carinho. Com essa satisfação, você terá mais ideias e inspirações. 
Enfim, volte-se para aquilo que realmente sente. Na prática, você precisa acabar com todos aqueles "tem de". Enquanto essa autocobrança acontecer, haverá resistências à sua satisfação. Largue essa mania inútil! Tudo bem, você pode até me dizer: "Ah, porque eu sonho com tal coisa". Grande tolice! Nosso ego é que sonha. Ele não só sonha, como despreza totalmente a riqueza do momento. "Ah, mas eu não posso ter metas?" Claro que pode, desde que não seja algo que acabe transformando sua vida em um tormento. Fuja do "eu tenho de fazer isso ou aquilo pra chegar lá". E o prazer, onde fica?

Você pode, sim, ter uma meta e ir caminhando numa boa, rumo a ela. Se cada etapa for aproveitada, curtida e saboreada, tudo bem. Nesse caso, chegar lá não é tão importante quanto percorrer esse caminho. E digo mais: lembre-se de que a vida não é uma competição. É uma trajetória, um modo de estar e de ser. O ideal é tirar o máximo proveito desse caminho, é curtir o aqui e agora. Viva o presente - sempre!   
 Recebi flores...Trabalho para uma empresa ha 5 anos sem nunca ter faltado um só dia e sem direito a tirar férias!
Fiquei feliz pelo reconhecimento!!!



Fui...e
 Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia... Pois o triunfo pertence a quem se atreve. (Charles Chaplin)

3 comentários:

  1. Oi Adri,
    Adorei seu post, me fez pensar muito.
    Todo fim de ano penso: no próximo será diferente, vou fazer algo que realmente gosto.
    Daí os dias vão passando, as contas chegando e qdo vejo estou presa no mesmo ano....

    Preciso colocar essa meta e ir atrás dela!

    Parabéns pelas flores!
    bjooo
    Fer

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  2. Que delícia essas flores! E lindasss! Com certeza, a maior motivação é trabalhar no que gostamos, com um sorriso no rosto e esquecendo ser segunda-feira de manhã! rsrs

    Beijos!!

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  3. Oi, anjo!

    Mts pensam que esta frase 'Bom mesmo é ir à luta com determinação...' que faz parte do poema 'VIDA' (Já perdoei erros quase imperdoáveis) é do Chaplin, mas não é.

    O autor é o poeta Augusto Branco. Confira na wikipédia. *.*
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Augusto_Branco

    Beijinhos...

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